Viajar é um descobrimento – do mundo e de si próprio.
É o tempo em que conhecemos mais pessoas, mais lugares, mais da gente mesmo, mais do que é nosso. É tempo de para alguns superar limites, para outros, medos. Também é tempo de conhecer o desconhecido, de se aventurar em outras línguas, em outras ideias, em outras comidas, e por que não, em outros hábitos de vida.
É quando nos encontramos fora da zona de conforto, onde não tem a casa limpa, o cômodo colchão, o quarto só para você, a comidinha de sempre gostosa e quentinha, as roupinhas bem disponibilizadas no armário e todos ao redor que te entendem perfeitamente (pelo menos entendem o que você quer dizer literalmente!) rs
Tudo isso perde a importância para os viajantes que mergulham de cabeça.
Tudo isso perde a importância para os viajantes que mergulham de cabeça.
Viajar também é tempo de ouvir e contar histórias, porque afinal o que não falta no mundo são histórias! Ouvir a história da velhinha que resistiu à guerra, sentar ao lado de uma pessoa qualquer durante o trajeto de uma viagem e ouvir o que ela tem a dizer, dar uma atençãozinha ao imigrante que, esperançoso, foi tentar uma vida melhor em outro lugar, escutar as loucuras dos apaixonados à distância, que deixaram seus amores em outro país, em outro continente.
Viajar, no mais belo sentido da palavra, é uma arte!




